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  • Cássio C. Nogueira

Manifesto



Somos mais do que uma página em branco, somos livros e mais livros que podem todos os dias receber mais informações, podem ficar ultrapassados ou tão evoluídos que podem não ser entendidos, outras vezes são tão fáceis de entender que beira a idiotice.


Alguns têm capas duras que parecem difíceis demais para se aproximar, outros tem capas delicadas demais que tememos rasgá-las, tem aquelas que são tão antigas que faltam pedaços e outras são tão bonitas que é inevitável a vontade de saber mais. Mas independente do que vemos por fora, se gostamos ou não, o que realmente importa é o conteúdo que carrega: concepções, sentimentos profundos, crenças, ideias, generosidade, planos, lembranças, insanidades, loucuras, maldades, mundos inteiros cada qual com personagens e paisagens próprias.


Todos os dias conhecemos pelo menos um pouco de vários livros, é comum não gostar de alguns, temermos outros, acharmos graça, termos empatia, gostarmos tanto que nos apegamos demais até ficamos amigos deles ou até mesmo nos apaixonarmos. Mas o que deve prevalecer é o respeito, gostar ou não de livro, não te dá o direito de rasgar suas páginas, rabiscar aquilo que quiser em suas folhas, tomá-lo para si e não devolver para onde ele pertence.


Texto de Beatriz Augusta Antunes de Jesus


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